quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Planejamento da 9ª Etapa

O Desafio 100% Estrada Real está finalizando o Caminho Velho, essa será a última etapa desse caminho.

Nessa oportunidade sairemos de Cunha com destino à Cunha em São Paulo com destino ao ponto final do Caminho Velho, ou seja, Paraty.



Nessa etapa pedalaremos apenas no sábado, pois faltam apenas 57 quilômetros até nosso destino final e término do Caminho Velho da Estrada Real.

O domingo será dedicado a um passeio por Paraty, com retorno previsto para BH por volta das 13 horas.

Será muito importante respeitarmos o horário de saída no segundo dia para evitarmos atrasos ao retornarmos para Belo Horizonte, além do mais nossa reserva no hotel encera-se às 12 horas.

A Concentração



  • Sexta-Feira 16/09/2016:

- Concentração no Ponto de Encontro: 20 hrs
- Previsão de Partida: 21 hrs

O Percurso

A previsão de chegada em Cunha é por volta das 6 horas da manhã e com isso pretendemos iniciar o pedal por volta das 7:00.

Trecho Entre Cunha e Paraty


O trecho mescla asfalto e terra. Os primeiros 7 km são marcados por pequenas subidas, descidas e trechos planos. A partir daí, as subidas tornam-se mais constantes, até atingir 1.450 m de altitude, na divisa dos municípios.   

Ao longo do percurso, passa-se próximo às cachoeiras do Desterro, do Pimenta e do Mato Limpo. A do Pimenta, no km 11,27, tem área de camping, banheiros e lanchonete, aberta aos finais de semana. A queda d'água é acessível em todos os dias. As cachoeiras do Desterro e Mato Limpo não possuem estrutura de apoio ao turista. Para quem segue viagem a pé, a cavalo e de bike há várias opções de hospedagem até a divisa dos municípios. 

Depois da divisa, a descida pela estrada Cunha-Paraty está em péssimas condições. Uma alternativa para quem está de carro é seguir de Cunha para Lagoinha, continuando em São Luís do Paraitinga e até Ubatuba. Até Paraty, são aproximadamente 185 km. 

Para quem vai descer a serra, a sugestão é parar próximo ao segundo marco do Km 38 Estrada Real, à esquerda, onde há um pequeno mirante natural e de onde se avista a bela baía de Paraty.   

Próximo ao km 41, a sugestão é sair da estrada à esquerda e conhecer a Cachoeira da Pedra Branca. No marco 208, há outro ponto que pode valer uma parada: a Igreja da Penha, onde está instalado um totem da Estrada Real. Este ponto também dá acesso à trilha do Caminho do Ouro. Para percorrê-la, é necessário contratar um guia.   

O final do trecho é plano até o centro histórico de Paraty. O último marco da Estrada Real está ao lado do Chafariz do Pedreira. 

No Brasil colonial, era pela atual rua Presidente Pedreira que os tropeiros e viajantes partiam a caminho das Minas Gerais e chegavam para seguir em direção a Lisboa.   

Atenção! A Estrada-Parque Paraty-Cunha RJ 165 está sendo paralisada nos dois sentidos de acordo com a necessidade da obra de asfaltamento. O tempo de paralisação é de até 3 horas por interrupção, podendo ter várias interrupções por dia, tanto no trecho de Cunha quanto no trecho de Paraty. Os objetivos destas paralisações são dar uma melhor produção à obra e, principalmente, manter a segurança do usuário.

Horários

Início do Pedal: 7:00
Previsão de chegada à Paraty: 15:00 

Pontos de Parada

Cachoeira do Pimenta no km 11,27: Banheiros e lanchonete aberta aos finais de semana
Mirante natural no km 38: onde se avista a bela baía de Paraty
Igreja da Penha no marco 208 próximo ao km 41: dá acesso á trilha do Caminho do Ouro
Chafariz do Pedreira: Último marco da Estrada Real

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

16º Dia: Guaratinguetá à Cunha

Catedral de Santo Antônio - Guaratinguetá
Planejamos para o domingo realizar o percurso de 50 quilômetros entre Guaratinguetá e Cunha. Devido á queda do dia anterior, nossa integrante estava em dúvida se pedalaria conosco naquele dia.

Estávamos todos no café por volta das 6:30 da manhã quando a mesma apareceu toda vestida para pedalar. Não é necessário dizer que nesse momento fizemos uma grande festa e ficamos muito felizes com a decisão dela de não desistir.

Após o café, nos reunimos na porta da Catedral de Santo Antônio para uma foto antes da partida e seguimos rumo à Cunha, um pouco preocupados devido á chuva que caíra na noite anterior e ainda chuviscava. Com isso, estava bastante frio e foi necessário agasalhar para conseguirmos pedalar.

Assim que saímos para pedalar, tivemos a companhia de uma cachorra Sem Raça Definida que não nos abandonava por nada. Foi nos seguindo pelo asfalta e sempre a enxotávamos para que ela não nos seguisse, mas isso foi inevitável. Ela é muito dócil e pelo visto ama bicicletas.

A Menina companheira do Bike de Elite na Estrada Real
Seguimos nosso caminho, deixando para trás a Serra da Mantiqueira e mirando a Serra do Mar. O trecho começa plano, mas sabíamos que à frente enfrentaríamos fortes subidas que nos levariam à 1100 metros de altitude. Estávamos à 550 metros. Essa subida tem aproximadamente 12 quilômetros e estava um pouco mais dificultada devido ao barro e lama que teimavam em grudar nos pneus.

Novamente nesse dia, tivemos por vários momentos a presença de nosso amigo Demis com sua bike carregada de seus pertences, como uma barraca, fogareiro e roupas.

Hélio Filho e a Menina
A nossa amiga que agora já foi gentilmente batizada de Menina, continua firme conosco e o fato curioso é que ela gosta de ficar á frente, bem ao lado de quem está puxando o pelotão.

Nas paradas fazíamos carinho nela e ela retribuía com muita doçura. Durante todo o percurso ela não latiu nem uma vez, exceto quando algum outro cachorro se aproximava do grupo.

O frio aumentava muito e a chuva também não deixava de cair sorrateiramente, encharcando ainda mais a terra e à nós também.

Nossa amiga Menina já demonstrava cansaço e nós estávamos muito preocupado com ela. Por isso, na entrada do bairro Rocinha conseguimos com um morador local que ela ficasse com ele até que ele pudesse a levar de volta para Guaratinguetá ou encontrar alguém que pudesse fazer isso por nós e por ela. Porém, como ela é muito dócil e amável, o morador resolveu a adotar e nós seguimos sem nossa fiel companheira.

Desse ponto até o marco 1320, fizemos um pouco mais rápido por se tratar de um trecho de asfalto com muitos pontos sem acostamento e com a chuva o risco de acidente aumentava muito. Após esse marco retornamos para a parte de terra que estava muito encharcada dificultando ainda mais a subida forte que tivemos que fazer.

O Caminho Velho está no fim
No alto dessa serra avistamos ao longe e à direita nosso destino final do dia, a singela Cunha. Porém teríamos ainda aproximadamente 10 quilômetros de barro para percorrer. E isso é um motivador para muitos, inclusive para mim.

A descida dessa serra estava muito escorregadia, o que careceu de um pouco mais de atenção e cuidado para evitarmos novas quedas. A lama acumulava nos pneus e passadores da bike, mas a diversão era garantida.

Um pouco mais à frente, nos encontramos novamente com nosso amigo Demis que se limpava de uma pequena queda que sofrera, sem nenhum machucado ou avarias, graças à Deus.

Descanso a 2 quilômetros de Cunha
Seguimos rumo aos últimos quilômetros de desafio para o dia e nos deparamos com uma subida bem ingrime, porém asfaltada. No início da subida alguém escreveu a palavra "Força" que me remeteu à um desafio para chegar ao topo do morro e realmente foi. Mas já estávamos bem próximos à Cunha e isso dava força para vencer o desafio.

No final dessa subida asfaltada há um marco de número 1330 informando que faltava pouco mais de 2 quilômetros para chegarmos e finalizar nosso final de semana de cicloviagem. 

Após o registro de algumas fotos e admiração da região, seguimos rumo aos 2 último quilômetros dessa que é nossa penúltima etapa do Caminho Velho.

É muito bom concluir um desafio como esse, mas a sensação é de que não deveria terminar. O desejo de continuar pedalando e concluir de uma vez fala muito alto, mesmo com todos os desafios encontrados.

Ao chegarmos em Cunha, fomos ao encontro do nosso carro de apoio que estrategicamente encontrava-se em uma pousada com restaurante, onde tomaríamos banho, almoçaríamos e embarcaríamos as bikes para o retorno á BH.

O retorno para BH


Sprinter Bike - Nosso carro de apoio
Assim que chegamos à pousada onde nossa van de apoio estava, fomos autorizados a lavar nossas bikes que estavam imundas devido ás chuvas e estrada com barro e lama que passamos. Dividimos a equipe em partes para que algumas pessoas ficassem responsáveis por lavar as bikes, outras realizassem o pedido do almoço, outras fossem adiantando o banho e outras ajudassem no embarque das bikes na van.

Esse processo todo demorou em torno de 2 horas, pois o pessoal da cozinha do restaurante fez algumas confusões e alguns pedidos demoraram a ser atendidos.

Com isso saímos de Cunha já próximo às 17 horas e com isso chegamos em BH por volta das 2 horas da manhã da segunda-feira.
Valdinei Bruzinga - Nosso condutor

A viagem de volta para casa foi muito boa e num clima muito descontraído, possibilitando brincadeiras e assistirmos alguns filmes até chegarmos.

E assim finalizamos nossa oitava etapa do Desafio 100% Estrada Real, já com o desejo de realizarmos o próximo e último trecho do Caminho Velho para então pensarmos no Caminho do Sabarabuçu e Caminho novo.



Que venha a 9ª Etapa do Desafio 100% Estrada Real que condiz com a 6ª Etapa do Caminho Velho, onde sairemos de Cunha e finalizaremos em Paraty e assim nos despediremos do Caminho Velho.  

sábado, 20 de agosto de 2016

15º Dia: Passa Quatro à Guaratinguetá

Caminho Velho da Estrada Real-Passa Quatro
No último final de semana, 20 e 21, fizemos a penúltima etapa do Caminho Velho da Estrada Real. O que era até certo ponto uma utopia está se concretizando e virando já saudades. Em breve fecharemos mais o segundo caminho da Estrada Real, pois já fechamos o Caminho dos Diamantes que leva de Diamantina à Ouro Preto.

Essa etapa foi realizada entre as cidades de Passa Quatro e Cunha.

Foram planejados 72 quilômetros a serem realizados no sábado, saindo de Passa Quatro e passando por Vila do Embaú e Guaratinguetá. Para o domingo foram previstos a realização de 50 quilômetros entre Guaratinguetá e Cunha.

A viagem

Alegria e descontração dentro da Van
O encontro para a viagem estava marcado para as 21 horas da sexta-feira, 19/08, para que pudéssemos iniciar a viagem às 22 horas. Porém devido à um imprevisto com um dos integrantes, tivemos um atraso de 1:40.

Chegamos em Passa Quatro, desembarcamos as bikes da van e tomamos um café. Com isso iniciamos nosso pedal às 07:40 da manhã, quando o previsto era as 7:00. Devido ao atraso da saída, até que não foi grande a perda que tivemos.

O pedal

Estação Ferroviária de Passa Quatro
Como sempre ocorre em nossas cicloviagens, o pedal começou com muita brincadeira entre os membros do grupo, com muita descontração e alegria. O grupo pedalou muito unido, sem que nenhum membro se distanciasse ou desgarrasse do pelotão.

Fomos 17 ciclistas pelas estradas e rodovias entre Passa Quatro e Vila do Embaú com muita organização e harmonia.

Logo no início do dia, encontramos com um ciclista que estava fazendo o trajeto sozinho. Conversamos com ele um pouco e seguimos pedalando pela Estrada Real. Esse ciclista estava com uma bicicleta bem modesta e com bastante peso, mas nos seguiu o dia todo.

Coincidentemente, o Demis, esse é o nome do nosso novo amigo, pernoitaria também em Guaratinguetá e no mesmo hotel que nosso grupo.

Ele sempre estava conosco, apesar de não no nosso grupo. Ele sempre nos passava em algum ponto e nós o passávamos em outros locais. A disciplina e determinação dele são fantásticas.

Mirante Nossa Senhora da Conceição
Paramos no mirante de Nossa Senhora da Conceição, para fotos e um pequeno momento de oração, que se encontra na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo. Pela primeira vez deixamos a nossa tão querida Minas Gerais e na Estrada Real agora só quando formos fazer o Caminho do Sabarabuçu ou Caminho Novo. Nessa etapa nos manteremos em SP e na próxima e última etapa iniciaremos em SP e finalizaremos no RJ.

Descemos para a trilha da Garganta do Embaú que é o ponto mais baixo da Serra da Mantiqueira. Esse trecho é muito divertido e emocionante, pois conta com uma descida muito forte e ingrime com muita necessidade de habilidade com a bike, uma vez que tem muita curva, muito cascalho solto, pedras grande e muito buracos.

Garganta do Embaú - Vista do Mirante N. Sra. Conceição
Nesse trecho de 3,5 quilômetros, tivemos um acidente com um membro da equipe. Uma de nossas integrantes perdeu o equilíbrio na descida e, infelizmente, veio a sofrer uma queda onde sofreu pequenas escoriações pelo corpo e rosto. Graças à Deus não sofreu nenhum dano maior.

Imediatamente o responsável por fechar o grupo informou, via rádio, do acidente e paramos para esperar que os primeiros atendimentos fossem realizados. Nossa colega estava um pouco confusa no momento, mas fizemos a limpeza dos locais escoriados e curativos para prosseguirmos nossa expedição.

Logo à frente chegamos na Vila do Embaú, onde aproveitamos para descansar, lanchar e refazer os curativos em nossa colega que sofrera a queda.

Os primeiros 33 quilômetros do dia foram cumpridos com um tempo muito bom e estávamos todos muito animados à continuar até Guaratinguetá, onde encontraríamos com nossa van de apoio e descansaríamos para o próximo dia de desafio.

Recompostos, seguimos nosso percurso via Estrada Real. Animados com a possibilidade de chegarmos mais cedo que o planejado, uma vez que a parte mais difícil seria esse que finalizamos.

Bike de Elite no Caminho Velho da Estrada Real
Esse trecho mescla estrada de terra e de asfalto. O que nos preocupou muito foi que os trechos em asfalto não tem acostamento e muitos carros passam perto de nós. Por sermos um grupo grande, o risco de acidente preocupante.

Contudo, o trajeto não exige técnica dos ciclistas e conseguimos manter uma velocidade de pedalada muito agradável. Continuamos com as brincadeiras e diversão. De tempos em tempos parávamos para reagrupar a equipe e pedalarmos com um pelotão mais consistente, minimizando os riscos de acidentes.

Próximo à Lorena, passamos direto na entrada à direita que deveríamos fazer e seguimos mais ou menos 2 quilômetros errados. Até que ao verificar o GPS percebemos o erro e retornamos.

O erro muito se deu devido ao marco 1252 está caído e escondido na entrada da estrada de terra com muito movimento de caminhões. Esse é um ponto de atenção que passamos para a equipe do Instituto Estrada Real.

Entramos nesse trecho de estrada de terra que tem um grande fluxo de caminhões e alguns caminhoneiros não foram muito amigáveis conosco, nos fazendo passar algum aperto (ou como dizemos no meio do ciclismo, passamos rôia).

Desse ponto em diante, seguimos ora por trechos de asfalto ora por trechos de terra. É um percurso sem muitos desafios e que pudemos manter um bom ritmo de pedalada, mesmo não deixando o grupo se desgarrar muito.

Chegamos em Guaratinguetá por volta das 14:30 e fizemos uma pequena confusão para irmos rumo à Catedral de Santo Antônio. A confusão foi mais por não nos orientarmos direito no marco no início da cidade. Deveríamos ter seguido na BR e, por orientação de moradores, descemos para pegar a avenida paralela à rodovia. Mas isso não foi tão prejudicial ao grupo, apesar de que o melhor seria seguir as orientações das planilhas e marcos.

domingo, 24 de julho de 2016

Planejamento da 8ª Etapa

O Desafio 100% Estrada Real está finalizando o Caminho Velho, essa será a penúltima etapa desse caminho.

Nessa oportunidade sairemos de Passa Quatro em Minas Gerais com destino à Cunha.






Nosso primeiro dia será composto por 72 km percorridos de Passa Quatro, passando por Vila do Embaú e finalizando em Guaratinguetá.

O segundo dia será composto por 50 km percorridos entre Guaratinguetá e Cunha.

Será muito importante respeitarmos o horário de saída no segundo dia para evitarmos atrasos ao retornarmos para Belo Horizonte.


A Concentração



  • Sexta-Feira 19/08/2016:
- Concentração no Ponto de Encontro: 21 hrs
- Previsão de Partida: 22 hrs

O Percurso do Sábado

A previsão de chegada em Passa Quatro é por volta das 5 horas da manhã e com isso pretendemos iniciar o pedal por volta das 6:30.

Trecho Entre Passa Quatro e Vila do Embaú

Os primeiros 12 Km o caminho é percorrido em estrada de terra, com alguns trechos em cascalho, que em geral está em boa condição de uso. Por várias vezes atravessa-se a linha de trem.   Aos sábados, domingos e feriados é possível fazer um passeio de Maria Fumaça de 12 km, entre Passa Quatro e a Estação Cel. Fulgêncio, na divisa com o estado de São Paulo. Trata-se de um percurso histórico inaugurado por D. Pedro II em 1884, palco de batalhas da Revolução Constitucionalista de 1932. Neste local encontra-se o Túnel da Mantiqueira, considerado ponto militar estratégico durante a revolução, por estar na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo.   Ao chegar à divisa dos estados, o viajante encontra um mirante dedicado a Nossa Senhora da Conceição, com uma bela vista do Vale do Paraíba.   A partir desse ponto, quem está a pé, a cavalo ou de bicicleta pode seguir por 3,5 km pela trilha da Garganta do Embaú, ponto mais baixo encontrado pelos bandeirantes para transpor a Serra da Mantiqueira. No marco 1226 passa-se ao lado do histórico Túnel da Mantiqueira.   Para os veículos motorizados é necessário seguir pelo asfalto por 6,8 km da rodovia SP-052 até o próximo marco, que está entre a estrada de terra à esquerda e o asfalto.   O final do caminho até a Vila do Embaú mescla trechos de asfalto e de terra.   Caminhantes e cavaleiros precisam ficar atentos no final deste trecho, na Vila do Embaú, distrito de Cachoeira Paulista-SP, pois não há opção de hospedagem. Para os que pretendem seguir viagem a pé ou a cavalo a sugestão é hospedar na Pousada Pedra Branca, que está a 20 km de Passa Quatro e a 10 km da Vila do Embaú.   Atenção: no acesso de terra do marco 1242 há uma ponte caída, portanto os viajantes de carro e a cavalo devem seguir as orientações da planilha. Para quem viaja a pé ou de bike é possível passar, tomando muito cuidado.

Horários
Início do Pedal: 6:30
Previsão de chegada à Garganta do Embaú: 8:30 (Intervalo de 20 minutos para lanche e descanso)
Previsão de chegada à Vila do Embaú: 11:20 (Intervalo de 40 minutos para lanche e descanso)

Não há carimbos em Vila do Embaú

Trecho Entre Vila do Embaú e Guaratinguetá



O trecho é de caminho plano, que mescla trechos de terra e asfalto, em sua maioria sem acostamento. O início é feito em trilha e, devido aos buracos, requer muito cuidado para veículos que não sejam off road. Para os que não querem se arriscar aconselha-se abortar este pequeno trecho e seguir as indicações da planilha.   A Serra da Mantiqueira, que pode ser vista à direita margeando o caminho, vai ficando cada vez mais distante à medida que o viajante avança para o sul, mas ainda mostra sua imponência e beleza na região.   Este trecho atravessa vários bairros da zona rural dos municípios de Cachoeira Paulista e Lorena, mas não passa dentro dessas cidades. Para quem pretende visitá-las o acesso pode ser feito através da SP-058 e da BR-459.   Atenção: no marco 1268 houve a queda de uma ponte. Para carro e cavaleiro seguir as orientações da planilha.   Já na zona rural de Guaratinguetá, a 10 km do centro da cidade, passa-se pelo bairro Colônia do Piagui, que foi fundado no final do século XIX por imigrantes europeus, destacando italianos, espanhóis e austríacos. Nessa pequena colônia há um interessante sistema de canais de irrigação chamado ?polder?, muito utilizado nas plantações de arroz. O local foi o primeiro do Brasil a implantar essa técnica.   Em Guaratinguetá, terra das garças brancas (essa é a origem do nome da cidade, que vem do tupi-guarani), município com mais de 100 mil habitantes, há um rico patrimônio histórico preservado. Exemplo disso é a Catedral de Santo Antônio, a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes e a casa de Frei Galvão, canonizado pelo papa Bento XVI, tornando-se o primeiro santo brasileiro.

Horários


Previsão de saída de Vila do Embaú: 12:00
Parada para lanche e descanso no quilômetro 30: 15:30 (Intervalo de 20 minutos para lanche e descanso)
Previsão de chegada à Guaratinguetá: 18:00

Pontos de Carimbo em Guaratinguetá
  • Posto de Atendimento ao Turista 
Telefone: (12) 3133-8397 
Endereço: Praça Santo Antônio, s/n - Em frente à Catedral. Horário de funcionamento: 13h às 18h – Terça a Domingo 
  • Casa Frei Galvão 
Telefone: (12) 3133-7269 
Endereço: Rua Domingos Rodrigues Alves, 48 - Centro. Horário de funcionamento: 08h às 18h – Todos os dias 
  • Kafé Hotel 

Telefone: (12) 3128-2600 
Endereço: Rua Doutor Benedito Meirelles, 16 - Centro 
Website: www.kafehotel.com.br Horário de funcionamento: 24horas – Todos os dias 

O Percurso do Domingo

O café da manhã será servido às 6 horas para que possamos começar o pedal às 7 horas, isso é necessário para podermos voltar à BH em um horário bom para todos.

Trecho Entre Vila do Guaratinguetá e Cunha


O trecho mescla asfalto e terra. Tem início em terreno plano, aos 550 m de altitude, com elevação moderada durante os primeiros 10 km. A partir daí iniciam-se fortes subidas, até atingir os 1.100 m de altitude, no marco 1305.   Para os viajantes a pé, a cavalo e de bike é necessário um planejamento antecipado para hospedagem, pois o trecho é longo. Há opções de hospedagem nos marcos 1314 e 1321, conforme orientação da planilha.   Neste trecho a Serra da Mantiqueira fica pra traz e o caminho segue em direção à Serra do Mar.   O município de Cunha é uma estância climática, com clima temperado e seco. A temperatura varia de -3 a 15°C no inverno e de 15 a 25°C no verão. A cidade tem a típica tranquilidade do interior e a sugestão é aproveitar os passeios pelo Parque Estadual da Serra do Mar e uma caminhada até a Pedra da Marcela, a 1.840 m de altitude, de onde se avista o litoral de Paraty, a baía da Ilha Grande e parte de Angra dos Reis.   Em Cunha, não deixe de conhecer os vários ateliês de cerâmica. Em algumas datas é possível acompanhar a abertura de fornos, onde as peças são queimadas. Vários ateliês utilizam o forno à lenha Noborigama de alta temperatura, de origem oriental, que produz cerâmica de grande beleza e alta resistência.

Horários
Café da Manhã: 6:00

Início do pedal: 7:00
Previsão de chegada ao quilômetro 20: 10:05 (Parada para descansar, lanche rápido e reunir o grupo. Tempo estimado de parada 25 min (chutando pra muito))
Retomar a pedalada: 10:30
Previsão de chegada ao quilômetro 32: 12:00 (Os que descerem mais rápido aguardam os demais colegas.)
Previsão de chegada ao quilômetro 40: 13:30 (Parada para descanso e lanche reforçado. Tempo estimado de parada: 30 min)
Retomar a pedalada: 14:00
Previsão de chegada em Cunha: 15:30

Pontos de Carimbo em Cunha

  • POUSO CAMINHO DAS ARTES 
Endereço: Rua Benedito Marques de Oliveira, 160, Vila Rica. 
Telefone: (12) 3111-1896/(11)991-918-155 
Webmail: www.pousocaminhodasartes.com.br 
Horário de funcionamento: 8h às 22h – todos os dias. Fechado: férias e até o dia 22/03/2016  
  • DOCERIA DA CIDINHA: 
Telefone: (12) 3111-1170 
Endereço: Praça Cônego Siqueira, 129 - Centro. 
Horário de funcionamento: 10h às 20h – Segunda a Quinta - 09h às 23h – Sexta a Domingo  
  • CUNHATUR
Telefone: (12) 3111-2634 
Endereço: Travessa Paulo Virgínio, 29- Centro 
Site: http://cunhatur.com.br E-mail: contato@cunhatur.com.br 
Horário de funcionamento: Todos os dias Segunda - 9:30h às 13h e das 14h às 17h Terça, Quarta, Quinta e Sexta das 9:30h às 17:30h Sábado 10h às 13h e das 14h às 17:30h. Domingo 10h às 15h. 

segunda-feira, 4 de julho de 2016

14º Dia: Santana do Capivari à Passa Quatro

O dia começou com um café da manhã às 7 horas com o intuito de começarmos a pedalar às 8 horas da manhã, mas tivemos um atraso de 28 minutos para a saída. 

Começamos a pedalar após fotos realizadas na praça de Santana do Capivari em um dia muito frio e com neblina baixa. Porém um amigo da Estrada Real, Fernando Gonçalves de Bom Jesus do Amparo, sempre diz "Neblina baixa, sol que racha". Esse dito foi confirmado mais uma vez ao passar do dia.

Seguimos nossa viagem rumo à Itamonte passando por estradas de terra com boas condições e sinalizações, entretanto passamos direto na entrada da trilha e seguimos pela orientação de onde os carros passam. Creio que foi até bom, pois atravessar um rio com frio poderia ser ruim.

Ao chegarmos em Itamonte realizamos os carimbos nos passaporte, fomos para a igreja matriz, tiramos algumas fotos, fizemos lanche e partimos rumo à Itanhandu.

Trajeto para Itanhandu

Seguimos nosso segundo trajeto do dia que foi composto de 10,8 quilômetros. Nesse trajeto encontramos com várias pessoas caminhando, andando à cavalo e passeando.

Esse foi o único trajeto do dia que teve uma subida um pouco mais desafiadora, em que seguimos com o grupo unido e junto para evitar que pessoas se perdessem ou pedalassem sozinhas.

Nesse dia passamos por diversas granjas e em algumas ficava até difícil de respirar devido ao cheiro forte de amônia que pairava no ar.

O dia estava muito bonito e o trajeto é bem sombreado, o que fazia até sentirmos um pouco de frio em alguns lugares.

No alto de uma serra havia um bambuzal que formava um túnel na estrada e era realmente muito bonito e interessante. Paramos nesse ponto para o reagrupamento da equipe.

O trajeto até Itanhandu foi muito rápido e tranquilo. Ao chegarmos no calçamento à pouco mais de 2 quilômetros para chegarmos ao destino, nossos colegas que estavam responsáveis pelos carimbos avançaram para não termos perda de tempo. 

Continuamos nosso pedal e encontramos com os colegas na igreja matriz da Imaculada Conceição, onde decidimos por não fazermos um lanche reforçado para chegarmos mais cedo em Passa Quatro que estava apenas a 12,68 quilômetros de distância e julgamos fazer o trajeto em no máximo 1:30 minutos.

Após algumas fotos, seguimos nosso trajeto final dessa etapa do Desafio 100% Estrada Real.

Trajeto para Passa Quatro

Esse percurso foi muito tranquilo, sem subidas que fossem desafiadoras e com vários pontos de sombra para descanso. O maior desafio nesse trajeto foi o sol que já estava bem quente e com isso aumentava muito o calor que sentíamos.

A sensação de missão cumprida já tomava conta de todos e o clima de felicidade foi tomando conta da turma.

Passamos muito tempo pelo lado de trilhos de uma antiga ferrovia e isso tornou o trajeto mais plano. Tivemos que fazer poucas paradas para esperar o reagrupamento ou descansar.

O grupo se manteve unido o tempo todo e optamos por chegarmos juntos em Passa Quatro. Chegamos e fomos até a matriz, onde realizamos algumas fotos, um pequeno momento de repouso e fomos em busca dos nossos carimbos nos passaportes.

Feito isso seguimos de encontro à nossa van de apoio para começarmos os procedimentos de retorno para BH, bem como almoçar, tomar um banho e começar a já sentirmos saudades da Estrada Real.

Que venha a próxima etapa que nos conduzirá até Cunha.

domingo, 3 de julho de 2016

13º Dia: Cruzília à Santana do Capivari

Igreja Matriz de São Sebastião em Cruzília

Após retirarmos as bicicletas da van e tomarmos o café da manhã, tiramos uma foto na igreja matriz de São Sebastião e começamos nossa pedalada ruma à Baependi. Isso mesmo, o destino é sempre a próxima cidade que passaremos, depois pensamos na cidade destino.

O pedal começou muito divertido como deve ser sempre e proveitoso. Pedalar em grupo é sempre bom para distrair e não perceber o tempo passar, ainda mais com as belas paisagens proporcionadas pelas montanhas de Minas Gerais.

Após fazemos os carimbos nos passaportes em Baependi, partimos com destino à Caxambu. Novamente fizemos um passeio muito tranquilo, porém erramos na entrada da cidade e passamos por um caminho mais isolado, chegando até à rodoviária.

Nesse local aproveitamos para fazer um lanche, repor a água nos reservatórios e descansar um pouco enquanto os carimbos eram realizados em nossos passaportes.

As montanhas de Minas Gerais
Saímos com destino à São Lourenço e a expectativa era de um passeio muito tranquilo, mas tivemos alguns desencontros e nos atrasamos um pouco nesse trajeto. Nada que não faça parte de uma cicloviagem, mas que podemos evitar nas próximas.

Em São Lourenço resolvemos almoçar, aproveitar um pouco do tempo para tirar fotos, descansar e estudar a outra parte do trajeto que seguiríamos para finalizar o dia de pedal.

No trajeto entre São Lourenço e Pouso Alto, a noite foi caindo e a nossa velocidade diminuindo muito. Com isso chegamos à pequena Pouso Alto às 18:20, mas ainda faltavam pouco mais de 10 quilômetros até Santana do Capivari.

Algumas pessoas decidiram seguir de bike, enquanto outras optaram por esperar a nossa van de apoio para finalizarem o trecho.

O trajeto de Pouso Alto até Santana do Capivari foi realizado já à noite e esta estava linda. Por vários momentos desligávamos nossas luzes para contemplarmos a noite.

Os dois grupos chegaram juntos à pousada e foram para o merecido banho e descanso, pois amanhã teremos que chegar à Passa Quatro.

O café da manhã está agendado para as 7 horas para podermos começar o pedal às 8 e evitar chegarmos muito tarde em BH, uma vez que serão de 6 a 7 horas de viagem.

Parabéns aos 15 guerreiros por mais esse dia de desafios e superações.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Planejamento da 7ª Etapa

Como finalizamos a sexta etapa com louvor e muita alegria, está na hora de pensarmos na nossa próxima expedição. O Desafio 100% Estrada Real está cada vez mais gratificante e deixando mais saudades. Esperar um mês entre as etapas está ficando difícil, mas é necessário.



Nosso primeiro dia será composto por 69 km percorridos de Cruzília, passando por Baependi, Caxambú, São Lourenço e finalizando em Pouso Alto.

O segundo dia será composto por 45 km percorridos entre Pouso Alto e Passa Quatro, passando por Itamonte e Itanhandu.

Para essa etapa é importante levar segunda pele e corta vento, pois o frio poderá ser um dificultador.

Será muito importante respeitarmos o horário de saída no segundo dia para evitarmos atrasos ao retornarmos para Belo Horizonte.

Trecho de Cruzília e Baependí e Caxambu

Trecho com a maior parte de estradas boas e acessíveis, poucos mata-burros e poucas subidas e descidas.   Na parte inicial, há muitas fazendas. Por isso, é comum encontrar animais na pista.   Os primeiros bandeirantes que chegaram à última década do século XVII, nas terras onde se localizam Baependi, teriam chamado o lugar de Maependi, que em tupi significa ?clareira na mata?, em provável referência ao acesso aberto junto ao Rio Grande para facilitar a passagem dos desbravadores.   De Baependi a Caxambu são 6 km de estrada de terra esburacada e toda plana.   O trecho termina em Caxambu, que tem como principal atrativo as fontes de água minerais descobertas em 1814, que tornaram a cidade famosa em todo o país. Por lá, em 1748, foi erguido o templo dedicado a Nossa Senhora dos Remédios. Em torno dele se constituiu a sede da cidade. O Parque das Águas de Caxambu, com doze fontes, é um dos mais completos balneários do país.

Pontos de Carimbo em Baependí


  • Centro de Apoio ao Turista
Telefone: (35) 9858-4668 
Endereço: Portal de entrada da cidade Horário de funcionamento: 08h às 17h - Segunda a Sábado - 07h às 12h - Doming

  • Igreja Nhá Chica 

Telefone: (35) 3343-1371 – 1077 – 1671
Endereço: Rua da Conceição, 165 – Centro. Horário de funcionamento: 08h às 18h – Todos os dias

Pontos de Carimbo em Caxambu


  • Parque das Águas 

Telefone: (35) 3341-3266
Endereço: R. João Carlos, 100 Horário de funcionamento: 07h às 18h – Todos os dias


  • Hotel Caxambu 
Telefone: (35) 3343-2555 Endereço: R. João Carlos, 100 Horário de funcionamento: 08h00min às 18h00min – Todos os Dias

Trecho de Caxambu a São Lourenço

A estrada do trecho é boa. Paralela à linha do trem que passa pela região, é pouco movimentada e plana. O caminho é por dentro de fazendas, o que dificulta a passagem em períodos chuvosos, pois o chão fica muito mole e barrento, facilitando o atolamento. Também por essa característica, há muito gado na estrada.   O trecho termina em São Lourenço. Também no Circuito das Águas, a cidade teve a criação da primeira Companhia de Águas Minerais de São Lourenço em 1890. Dois anos depois, inaugurava-se a primeira fonte, a Oriente. Hoje, o Parque das Águas é a maior atração da cidade e recebe visitantes de todo o país em busca das propriedades medicinais de suas águas minerais.


Pontos de Carimbo em São Lourenço


  • Centro de Informações Turísticas 

Telefone: (35) 3332-4490
Endereço: Calçadão Silvério Sanches, Sn – Centro.
Horário de funcionamento: 09h às 18h – Segunda a Sexta - 09h às 17h – Sábado - 09h às 14h – Domingo


  • Parque das Águas 

Telefone: (35) 3332-3066 Endereço: Praça João Lage, s/n
Horário de funcionamento: 08h às 17h20min – Todos os Dias

Trecho de São Lourenço à Pouso Alto

Trecho de estrada em boas condições para circulação, maior parte em terra e com poucos pedaços em cascalho.   No marco 1140 não passa carro e também não é aconselhável para caminhantes, cicloturistas e cavaleiros, devido ao péssimo estado da ponte. Por isso, continuar na via principal, à direita, e seguir em frente até a primeira entrada à esquerda. Depois, basta seguir até o próximo marco da Estrada Real, que está ao lado de um curral.   A paisagem do trecho é composta por pequenas fazendas e casas, próximas umas das outras e poucas plantações.   O trecho termina na cidade de Pouso Alto, cuja origem é em um arraial de bandeirantes vindos de Taubaté. Eles exploravam a Serra da Mantiqueira em busca de ouro.

Pontos de Carimbo em Pouso Alto


  • Hotel Serra Verde 

Endereço: Rua Hélio D'Alessandro Sarmento, 210.
Telefone: (35) 3364-1900
Site: www.serraverde.com.br
Horário de funcionamento: 24 horas Todos os dias


  • Secretaria de Turismo e Cultura 

Endereço: Avenida Haroldo Russano, 75
Telefone: 35 3364-1140
E-mail: turismo@pousoalto.mg.gov.br
Horário de funcionamento: 8 às 17h – Segunda a Sexta

Trecho de Pouso Alto a Itamonte

O trecho até São Sebastião é todo feito em asfalto e dentro da cidade.   O trecho entre São Sebastião a Capivari é feito em estrada de terra em bom estado de conservação, somente com alguns buracos. É movimentada e toda plana.   A cidade de Capivari pode servir de ponto de apoio ao viajante.   O trecho termina em Itamonte. O nome da cidade tem origem na mistura do tupi com o português, compondo algo como "pedra do monte". É uma alusão ao pico de pedra, referência geográfica na região desde as primeiras excursões ao interior, ainda no século XVI.

Pontos de Carimbo em Itamonte

  • Conveniência da Serra - Auto Posto Terras Altas - Buffalo 

Telefone: (35) 3363-2526 
Endereço: Rodovia BR 354, 1764 – B. Horto. 
Horário de funcionamento: 08h às 23h – Todos os dias 

  • Café Mãe de Ouro 

Telefone: (35) 9961-8290 
Endereço: Estrada Itamonte - Alagoa, Vargem Alegre. 
Horário de funcionamento: 07h às 18h – Todos os dias

Trecho de Itamonte a Itanhandu

Trecho bem sinalizado e em boas condições de circulação, fácil de ser feito. Estrada com poucas subidas e descidas, percorrida em mata fechada em grande parte e com muita sombra.   No km 4,5 avista-se uma bela paisagem de vale e a maravilhosa serra da Mantiqueira ao fundo.   O percurso termina em Itanhandu. Em tupi o nome da cidade significa pedra da corredeira, referência ao Rio Verde que passa pelo município.   A cidade faz parte do Circuito Terras Altas da Mantiqueira. Ela possui formações naturais propícias ao ecoturismo. Seu principal atrativo natural é o próprio Rio Verde, cuja nascente fica no alto da Mantiqueira, com mata virgem em seu entorno.

Pontos de Carimbo em Itanhandu

  • Hotel Terra Sul 
Telefone: (35) 3361-1650 
Endereço: Rua Fernando Costa, 449. 
Horário de funcionamento: 08h às 23h – Todos os dias

Trecho de Itanhandu a Passa Quatro

O percurso, de Itanhandu a Passa Quatro, segue paralelamente à rodovia principal que liga as duas cidades. Em grande parte, acompanha também a antiga linha de trem. A paisagem tem como chamativo as inúmeras granjas de grande porte.   O trecho termina em Passa Quatro. O nome da cidade vem do curso d?água tortuoso que os bandeirantes paulistas descobriram na região em suas primeiras expedições, ainda no século XVIII. Como as curvas do rio eram muitas, eles passavam por suas águas quatro vezes durante a viagem.   Passa Quatro está inserida na Serra da Mantiqueira e é uma estância hidromineral.

Pontos de Carimbo em Passa Quatro

  • Pousada São Rafael 
Telefone: (35) 3371-2211 
Endereço: Rua Ângelo D'Alessandro, 95 - Centro. 
Horário de funcionamento: 08h às 23h – Todos os dias

  • Secretaria de Turismo 
Telefone: (35) 3371-4312 
Endereço: Rua Cabo Deodato, 20 – Centro. 
Horário de funcionamento: 09h às 16h – Todos os dias